sexta-feira, 30 de setembro de 2022

JORGE AMADO SOBRE "REVERDOR", NA ALB, 1965

 



Talento como jornalista já se conhece, tantas foram as redações em que atuou com brilho inegável, mas no exercício da pesquisa cultural, Jorginho Ramos tem revelado competência em tão alto grau, que o inscrevo entre os melhores que conheci. E vem de longe esta preciosa qualidade. Pois bem, depois de me brindar com sucessivas descobertas de poemas meus em jornais de Salvador, nos anos 50 e 60, alguns que até me esquecera, agora me surpreende gentilmente com mais uma preciosidade, justamente a publicação da fala de Jorge Amado, em sessão da Academia Brasileira de Letras, no Jornal do Commércio, do Rio de Janeiro, em 10.10.1965, sobre meu primeiro livro, REVERDOR, poucos meses depois do lançamento na saudosa Livraria Civilização Brasileira, quando ainda na Rua Chile, ao qual o grande romancista esteve presente.
De tão forte e rara esta descoberta, para a época da publicação que, por mais que me acusem de vaidoso, o que em geral não sou, resolvi estampar abaixo o que me enviou Jorginho, a quem muito agradeço a gentileza.

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